Aerocast 17 – Histórias de Aeroporto 1

No décimo sétimo episódio do Aerocast, Toledano, Athos e Carcará do Cerrado se reúnem para trocar experiências incomodoas e engraçadas sobre histórias de aeroporto. Nesse episódio, saiba como falar com um Japonês que não sabe falar inglês (ou outro qualquer idioma que não seja Japonês), saiba o que um interprete não deve falar para um cliente estrangeiro e descubra os milagres que o pessoal da rampa é capaz de fazer.


Comentado no programa

Loja Aerocast

  • Olá amigos, parabéns por mais um episódio excelente! Fui ver o vídeo do tal Bluezão. Não sei quem é o cara, nem de onde ele surgiu. Mas me pareceu um tremendo otário, ainda mais lendo alguns comentários do vídeo.

    Vocês realmente acham que o cara simplesmente não quis responder ao “bom dia” da funcionária da companhia? Eu apostaria que o cara respondeu “bom dia só se for para você, caralho, essa porra dessa companhia me deixou aqui, estão me fazendo de palhaço, agora me dê logo essa porcaria desse cartão de embarque”. Os vídeos do cara me fazem pensar assim. Vejamos: se o cara agir assim dessa maneira indecorosa dentro da aeronave, antes de decolar, qual é a chance do Comandante expulsá-lo do voo? Eu acho que a funcionária não só tem a prerrogativa de barrar o encrenqueiro, como também ela se utilizou muito bem dessa prerrogativa. O sujeito não está na casa dele, achei no mínimo interessante vocês mencionarem que “educação não é pré-requisito” para se voar de avião. Posso ser taxado de jurássico e antigo, mas para mim vale a máxima: “não seja arrogante com os humildes, e não seja humilde com os arrogantes”.

    abração a todos, “keep the greasy side down”

  • Guilherme

    Pessoal, cade o klaus?

    • AthosG

      Fala Guilherme!

      Perdemos um pouco de contato com o Klaus devido a seu novo emprego, ele até deu uma parada no +Aviação pra se organizar, mas em breve estará de volta com a gente.

      Abç.

  • OLucasConrado

    Gostaria de contar uma história para vocês que não aconteceu comigo. Sério, ela aconteceu com meu melhor amigo. Ele fez um voo ser cancelado.

    Ele foi a São Paulo com o dono da empresa que trabalhava e outro cara. Na última noite, depois de terem feito o que deviam, decidiram ir a um bar. Esse meu amigo nunca tinha tomado um porre na vida e decidiu tomar o primeiro em São Paulo. Horas antes de embarcar para o Rio. Ele conta que lembra até o sexto shot. Depois disso, se lembra de estar acordando no hotel, estranhamente sem ressaca nem nada.

    Pegaram o taxi para Congonhas e, enquanto iam, ele começou a passar mal. Tiveram que parar o taxi em alguma avenida de São Paulo pra ele vomitar. Chegando no aeroporto, ele foi direto pro ambulatório. Os médicos tentaram aplicar glicose na veia dele, mas ele diz que estava melhor, que o mal se foi com o vômito. Foram pra sala de embarque e entraram na aeronave.

    Assim que a aeronave começou a taxiar, ele voltou a passar mal. Vomitou tanto, mas tanto que o piloto teve de voltar ao finger para ele ser conduzido ao ambulatório. Não conseguiram reencaixar o voo num slot e ele foi cancelado, por causa do porre desse meu amigo.

    Tenho duas histórias que aconteceram comigo numa única viagem, também de Santos Dumont para Congonhas, mas o comentário vai ficar gigante… conto quando vocês gravarem o segundo episódio de histórias de aeroporto!

    Grande abraço a todos!

    Lucas Conrado
    26 anos
    Jornalista, podcaster do Papo di Minero (www.papodiminero.com) e futuro aviador
    Mineiro no Rio de Janeiro