Aerocast 25 – Aerocast Fumaceiro

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No vigésimo quinto episódio do Aerocast, Toledano, Athos, Thiago Lúcio e Henrique conversam pela primeira vez com o Cap. Av. Arantes – o famoso nº 7 – e a 1ª Tenente Cocate da Esquadrilha da Fumaça. Falamos tudo sobre o surgimento do Esquadrão de Demonstração Aérea, sobre as aeronaves, as apresentações e também os detalhes inéditos sobre a nova aeronave, o A-29 Super Tucano! Tem muita informação bacana neste episódio super especial do dia do aviador de 2015! Nós adoramos fazer esse programa pra vocês, esperamos que curtam! Ouve aí! 🙂


Comentado no programa

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  • Anna

    Olha eu aqui novamente. E, desculpem, com mais um textão.

    Excelente entrevista. Uma ótima maneira de comemorar este dia! Amanhã – além de ser o aniversário da cidade -, haverá o 1° Encontro de Mulheres na Aviação Brasileira. Espero comemorá-lo também. 🙂

    A FAB e a NASA adotam estratégias muito interessantes e semelhantes de divulgação, fazendo assim com que o contribuinte sinta orgulho de pagar as contas. Não conheço ninguém que não fique encantado com a EDA, e o trabalho que fazem nos Portões Abertos e nos eventos de demonstração aérea em geral aproxima muito a população do que é feito dentro da Força Aérea. Sempre vejo muitos com orgulho de serem brasileiros nesses momentos.

    Aliás, meu primeiro Portões Abertos foi o de Anápolis, este ano. Também foi a primeira vez que vi um show da Esquadrilha ao vivo. Foram momentos mágicos. Quando criança, eu realmente queria ser piloto – mas como deficiente visual, isso não é possível (por isso segui para os bastidores da aviação). Ver todas aquelas aeronaves, entrar num Mirage 2000, conversar com os militares sobre o dia-a-dia, ver tudo que estudei no meu curso de aviônica pessoalmente foi realmente emocionante. É muito significativo para mim, ainda que com essas limitações, imergir na aviação.

    Agora, sobre os questionamentos na leitura de e-mail (que me fizeram rir demais na volta da faculdade!): eu entrei “de intrusa” na viagem – era de família, o meu sogro desistiu meses antes e eu “assumi o lugar”. Consequentemente, não tive controle nenhum sobre a viagem (por isso as passagens foram terceirizadas), nem tive custos financeiros – e falo “custos financeiros” porque como vimos, o uiverso sempre cobra, e meu pagamento foi em sofrimento na volta.

    Em minha defesa, três anos antes, fiz minha primeira viagem de avião sozinha (foi para o Rio de Janeiro, e é uma outra história – foi um presente de um grupo de amigas minhas para que eu fosse ao show do Paul McCartney no Engenhão). Eu tinha 15 anos e foi lindo: fiz check-in online, cheguei cedinho no aeroporto, fui uma boa passageira, não me perdi nas conexões. Se a viagem a Gramado fosse organizada por mim, sequer teríamos ido embora justo no pior dia para pegar ônibus, eliminando todos os outros fatores agravantes. 😛

    • gabrieltoledano

      Anna, em breve vou entrar em contato pra falar sobre esse encontro de mulheres. Espero que tenha sido divertido e que tenha anotado mentalmente tudo que rolou! Vamos ler o comentario no Aerocast 26, fica ligada! Bj!

  • Ótima entrevista. Estou gostando cada vez mais deste podcast.