Aerocast 31 – Transporte Aeromédico

14/04/17 - No trigésimo episódio do Aerocast...

Toledano, ValesiThiago Lúcio batem um papo sobre transporte aeromédico. Sabe aquele “avião ambulância” que foi buscar o pessoal do Chapecoense por exemplo? Pois é! E no acidente do Ayrton Senna, como foi o transporte até o hospital? Você sabe o que aconteceu? Explicamos tudo pra você, com muito prazer! Ouve ai! 🙂

Arte da Vitrine: Thiago Lúcio


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  • Reinaldo Del Fiaco

    Excelentes episódios!

  • Galleycast

    Que aula o Dr. Valesi deu! Ouvi esse episódio em Madri tomando café da manhã e confesso que enrolei bastante pra comida não acabar antes do final do programa. Lembrei muito do que um piloto brasileiro aqui da Qatar me contou sobre o início da carreira dele: voando táxi aéreo, uma vez ele estava transportando um médico e o paciente, que estava “bem”, sentados, nada de maca. De repente, esse meu amigo pilotando começou a sentir uns ‘trancos’ no avião (desculpa, não lembro o modelo), olhou os instrumentos e estava tudo certo. Olhou pra trás e o médico estava fazendo RCP no paciente que havia entrado em parada cardíaca e acabou falecendo. Esse mesmo amigo, também ainda no táxi aéreo, foi enviado para buscar dois caixões de vítimas de um acidente de carro. E os caixões não cabiam no avião. Tiveram a brilhante solução de tirar a tampa do caixão maior, colocar o caixão menor por cima, e a tampa apoiada de lado. Ele apenas tomou o seu posto, fechou a cortina enquanto carregavam o avião e só reabriu depois que desceram com os caixões no destino. Enfim, táxi aéreo, transporte aeromédico (mesmo em voos comerciais) têm muitas histórias. Eu mesma já tive dois passageiros em macas – comentei brevemente no Galleycast 10 – Emergências Médicas – e também já tive uma médica de uma seguradora que acompanhou um paciente que havia quebrado a perna na Itália. Ela foi sem dormir um minuto da viagem sequer, de Roma a Sydney (eu os tive na segunda perna, pra Sydney, 14 horas de voo). Esses profissionais são verdadeiros guerreiros que zelam pela saúde de seus pacientes, não importa onde e não importa as condições. Um grande abraço à todos e se rolar a parte 2, me chama! 🙂

    • gabrieltoledano

      Mariana, vamos contar essa história na próxima leitura de emails, no Aerocast 33!

  • OLucasConrado

    Vou ser bem sincero. O tema não me chamou atenção de cara. Comecei a ouvir e estou impressionado, não fazia ideia da complexidade do transporte aeromédico e de como isso é fascinante! Que programa excelente!

    Sei que foi uma piada, mas seria legal esclarecer um ponto que foi falado no programa.

    Quando vocês falaram da dor de dente, alguém (acho que o Athos) brincou que alguém deveria mandar o programa pro Bluzão. O caso do Bluzão tem a ver com a dor de dente, mas o problema dele foi outro. O cara tinha acabado de fazer uma cirurgia na boca, ainda estava com os pontos. Ele NÃO PODE VOAR com esses pontos, pelo menos sem uma autorização médica. Um médico vai saber explicar melhor que eu, mas um corte muito recente (e com pontos) pode abrir durante o voo, causando uma hemorragia. Isso porque a pressão dentro da cabine da aeronave é menor do que a nível do mar. Em altitude de cruzeiro, a pressão da cabine é de 8 mil pés (2400m, a altitude de Machu Picchu).

    Num voo que uma amiga tripulava (não, não foi a Mariana do Galleycast), uma passageira teve uma hemorragia por isso. A mulher tinha implantado silicone no dia anterior e foi viajar. Resultado, começou a sangrar no meio do voo. É por isso que em todos os meus atendimentos no check in, pergunto se a pessoa fez cirurgia nas duas últimas semanas e se tem algum corte com pontos. E os passageiros não entendem por que faço a pergunta.

    Se vocês olharem os sites da Avianca, Azul, Gol e Latam, vão ver que os passageiros operados recentemente precisam de uma autorização médica especial, chamada MEDIF. A empresa na qual o Bluzão teve o tal problema dele exige que passageiros operados (também passageiros com algum membro engessado e grávidas com mais de 35 semanas de gestação) entrem em contato com a companhia, enviando a documentação que prove que ele está apto para fazer a viagem. Essa comunicação deve ser em pelo menos 72 horas antes do voo. O cara não comunicou, por isso foi barrado. Não foi porque ele não deu bom dia pra supervisora ou outras lendas que rolam no vídeo. Foi por causa da falta do Medif.

    Fica o link das informações no site da #firma: https://www.avianca.com.br/assistencia-especial

    Pra finalizar o comentário, vocês falaram no final da dificuldade que foi o resgate do Schumacher. Lembrei desse vídeo aqui, bem recente, de um resgate numa cachoeira lá em Minas. Olha a perícia do piloto! https://www.youtube.com/watch?v=KrElwswt-hI

    Abraço a todos! Excelente programa, mais uma vez!

    Lucas Conrado
    28 anos
    Agente de check in
    Rio de Janeiro

    • gabrieltoledano

      Vamos falar sobre isso na próxima leitura de emails, no Aerocast 33!

  • Pedro Rohling

    Eu posso atestar a qualidade das camisetas… tenho umas 3 e elas ja tem uns 2 anos e não perderam a cor.