Descomplicando a Aviação 02

No segundo episódio do Descomplicando a Aviação, Athos, Toledano, Thiago Lúcio e Henrique Ribeiro explicam como funciona e para que serve um Sistema ILS, quanto custa, curiosidades e muito mais!


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  • valesi

    Muito bom o cast, para os leigos como eu serve como um “manual de instruções” desses negócios que nem deveriam estar lá em cima prá começar.

    Me espantou o custo do ILS – achei que o investimento inicial fosse muito maior. Em relação à capacitação dos pilotos para operar o sistema, uma pergunta: quem paga isso? As companhias ou os próprios pilotos? Existe ou poderá existir alguma ingerência governamental exigindo um percentual mínimo de pilotos capacitados por companhia aérea?

    Grande abraço!!!

    Carlos Eduardo Valesi
    Médico e podcaster do Podcast F1 Brasil
    39 anos
    Curitiba

    • Henrique Ribeiro

      Valesi, quem banca os custos de treinamento do ILS geralmente são as empresas, pois para o piloto é simplesmente alternar o destino para algum pouso seguro já que os custos da mudança da rota são da empresa, ou seja, são elas as interessadas. Porém nada impede que o piloto, caso queira, bancar esses custos.
      Sobre a questão governamental, eu não sei, mas imagino que não pois a infraero só tem interesse de colocar sistemas como esse em aeroportos de bastante movimentação, onde se este estiver fechado pode gerar prejuízos para a economia.
      No final das contas a empresas vai fazer algumas contas pra saber até onde é interessante pra ela no quesito gastos. Investir no treinamento dos pilotos ou alternar as rotas. Isso vai depender apenas de quanto tempo o aeroporto que possui ILS fica fechado por mal tempo.

  • André Renato Rinaldi

    Parabéns pelo programa e pelo site! Muito bom este quadro, espero que venham muitos outros episódios.
    Abraço!

    André Renato Rinaldi
    Estudante de Eng. Agronômica
    Foz do Iguaçu

  • Yuri

    Queria aproveitar esse espaço para parabenizar a iniciativa de vocês em fazer um podcast de aviação. No Brasil, não temos muitas alternativas quanto a esse tipo de programa. Porém, alguns pontos precisam de maior atenção. Parte dos termos técnicos estavam errados, e detalhes do ILS, como por exemplo distâncias das categorias, informações dos marcadores externos estavam equivocados. Outro exemplo é o caso do aeroporto do Rio. Os impeditivos ao uso do ILS por lá não é a ponte ou o pão de açúcar, mas sim o espaço físico da pista, onde não há lugar para a instalação do equipamento. Além disso, qualquer avião homologado por instrumentos pode fazer procedimento ILS, mesmo que seja apenas um pequeno avião. Outro ponto é que até o ILS mais simples, de categoria I, permite pouso automático. A diferença entre os ILSs se dá pela sensibilidade do equipamento. Os custos de um ILS cat. II ou III são bem maiores do que os apresentados. O pouso por instrumentos também pode se dar por VOR, NDB (em desuso) e por GPS, esse último com implantação mais barata, pois não necessita de investimentos em infra-estrutura.

    Dito isso, parabenizo novamente pela iniciativa, mas tenham mais cuidado em definir conceitos, pois não estão totalmente corretos e podem informar de forma inapropriada.